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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Be strong, believe

Todo mundo tem dias ruins. Dias que nos revoltamos, queremos que tudo vá pro inferno. Todos nós já nos desapontamos, sofremos, nos magoamos. E pra falar a verdade, é uma droga quando isso acontece. A gente segue achando que nada presta, nada vai melhorar, a vida é injusta e o mundo cruel. É simples, né? Culpamos até o nosso imã de geladeira por um atraso. Gritamos por causa de um não. Surtamos por nada.
Mas, esquecemos que a vida é muito mais do que as coisas desapontantes. Ela vai muito além do nosso mau humor, das nossas lágrimas e da raiva. A vida serve para aprender. Ela contém amor, sabedoria, choros de alegria, sucesso, novos caminhos e superações. O melhor de tudo é que nem precisa ser algo grande para ser cosiderado grande. Você pode superar uma pessoa, um obstáculo, um sentimento. Pode superar um sonho, um objetivo que deu errado. Você pode criar novos. Você pode recomeçar. Você pode recriar. Você pode. Pode. Pode.
Não importa o que passamos, o que deixamos, o que foi. Claro que nos ajudou a crescer, a perceber e amadurecer. No entanto nada, repito, nada pode impedir que façamos o que nos faz feliz. O que nos completa. E o importante é que nos dias ruins, nos dias "revolts", a gente se lembre de ser forte (seja lá o que signifique isso) e acreditar. Acredite.

Músicas:
* Believe - Yellowcard
* Bad day - Daniel Powter
* Morning Light - A*teens
* Think good thoughts - Colbie Caillat

domingo, 4 de setembro de 2011

Bela contradição

Estou lendo um livro chamado Feliz por nada, da Martha Medeiros. Nem preciso dizer que cada crônica, cada página, eu devoro. Todos os seus pontos de vista, suas opiniões, seus modos, suas manias, batem com os meus. Parece que somos amigas mesmo não nos conhecendo. Estranho, eu sei. Mas, embora eu compartilhe muitas das suas colocações, teve uma delas que não parou de me atazanar desde o momento em que eu li. A autora escreve que ser adulto é parar de reclamar, parar de julgar os outros, entre outras coisas e se divertir. Ponto. No entanto, como fazer isso? Como parar de reclamar para sempre? Como evitar o julgamento constante que paira sobre nossas cabeças? Se eu não me engano, não conseguimos desligar os pensamentos, por mais bizarros e contraditórios que sejam. Ao longo do livro, Martha também fala sobre assuntos polêmicos e da dia a dia como felicidade, casamento, trabalho, preconceito, tudo. E toda vez que termino de ler uma crônica, pronto, minha cabeça se enche de mais um milhão de pensamentos. Felicidade, por exemplo: não entendo porque vive aparecendo em livro, jornal, TV. (eu me inclúo no grupo das pessoas que tentaram explicar o que era através da escrita...) Caramba, desde quando se tornou possível explicar a felicidade? Não é possível, quanto mais lemos Itálicosobre o assunto, ouvimos sobre ele, mais incógnitas vêem a cabeça da gente. Então, céus, o que é a felicidade? Como atinge-se? Eu ainda não sei, a Martha não sabe (já virei íntima a chamando pelo primeiro nome) e duvido que as pessoas andem por aí o tempo inteiro felizes ou completamente contentes com o conceito que tem de felicidade. Mais uma vez minha linha de raciocínio deu um loop e voltou pro mesmo lugar. Esse livro é o máximo e me deu muito o que pensar em escrever. Pelo menos estou no caminho certo, já que quero ser escritora :P


sábado, 6 de agosto de 2011

Como você constrói a sua personalidade?

Outro dia eu estava pensando porque eu tenho um trabalho enorme em me explicar pros outros, porque eu falo demais ao invés de ser direta; porque eu me importo além da conta com as pessoas em pouco tempo; porque eu mudo tanto; porque eu persisto tanto com algumas coisas, mas eu desisto tão fácil de outras. E por aí vai.


Existem inúmeras tentativas de explicar as nossas características: horóscopo (e já vou avisando que eu já li o meu cem vezes), cartomante, as letras do seu nome, o significado dele, enfim. E no final, como podemos diferenciar o errado do certo? Talvez o ser humano só crie tudo isso para tentar descobrir um pouco mais de si mesmo.Em minha opinião, a gente nunca sabe tudo sobre si mesmo. Tenho uma teoria que ao longo da vida, vamos montando quem somos e por fim descobrindo cada pedacinho da nossa pessoa. Talvez seja verdade, talvez não. Nunca disse que era especialista nesse assunto.


Só que a personalidade das pessoas sempre foi algo que me fascinou. Como elas podem ser tão diferentes uma das outras. Algumas são impacientes enquanto outras são super pacientes; tem aquelas que podem ser tão sensíveis e caridosas que parecem não existir; o tipo de pessoa que carrega em si mesma aquela habilidade de ser teimosa que só; aquele ser que é sarcástico e irônico desde que nasceu. O mundo é cheio de diferenças. Magníficas.


O ponto é que ninguém sabe como constrói a personalidade. Se pegamos da mãe, do pai, do tio, do amigo, da professora de história, do filme que marcou a sua vida. Ou se é simplesmente o fato de convivermos com todos eles e carregarmos um pouco de todos. Nunca soube por que sou do jeito que sou, mas sei que sou muito mais do que todos que carrego, sou quem eu ainda vou carregar. Sei que a minha personalidade ainda vai mudar, mas também sei que vou continuar sendo a mesma. Vai saber.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Meu quem sou eu (?)

Oi blog! Tudo bem? Bom, comigo vai mais ou menos. É, tô cheia de provas na escola e não estou com a cabeça pra estudar... Vê se pode? Enfim, por mais que eu esteja com vontade de falar sobre vários assuntos, vou falar de mim. Isso aí. Euzinha. É que eu estava reparando que hoje em dia vivemos com essa vontade de falar quem sou e tudo mais. Só que no final, a gente nunca se define e ainda por cima não chegamos onde queremos. Sinceramente, eu acho que isso é o que vai acontecer comigo, mas, por outro lado, eu tenho que errar e aí descobrir as coisas e é isso o que eu vou fazer. Por isso, se prepare, aqui vai o meu "Quem sou eu".

***

Oi, meu nome é Paula e eu tenho 15 anos. Meu aniversário é em dois meses, dezembro, e eu estou até que ansiosa para fazer os grandes 16 anos. Ok, diziam até que os 15 eram importantes e tudo, mas tudo bem, abafa. De qualquer jeito, eu sou morena. Tenho olhos e cabelos castanhos. A textura do cabelo? Liso, mas com ondas nas pontas (seilá). Em termos de personalidade, eu sou confusa: sou romântica, irônica, sarcástica, teimosa, ciumenta, meio louca as vezes, tímida com quem eu não conheço e super extrovertida com quem eu conheço. Atualmente sou bipolar e mal humorada. Adoro ¬¬ .
Já pratiquei vôlei, trampolim acrobático e tênis. Faço aulas de inglês e quero muito aprender francês. Estudo na mesma escola há 10 anos. Conheci a minha melhor amiga em uma outra (antes dessa) quando tínhamos 2 anos. Em termos de esportes, sou sedentária agora e estou na fase de "preciso fazer algum esporte e não quero fazer nada". Pois é, o único esporte que eu já amei na vida foi trampolim, algo que eu pratiquei por tipo, 7 anos.
Tirando tudo isso, eu amo escrever e ler. Música também faz parte da minha vida. Eu não vivo sem música, sério. Eu amo a Taylor Swift e adoro Owl City, entre outros. E autores? Bom, eu amo a Meg Cabot, a Stephenie Meyer, Agatha Christie e o cara que escreveu Ladrão de Raios. Quando eu crescer o bastante para ter uma profissão, quero ser escritora. Isso aí.
Eu gostaria de falar das minhas experiências também... Vamos fazer o jogo do eu já? Sim!
Eu já dei risada até doer a barriga, já cantei música tal alto que me ouviram da sala, já tomei banho de chuva, já dancei no meu quarto até ficar sem fôlego, já fui dormir às sete da manhã, já acordei as quatro da tarde, já comi tanto a ponto de ter que abrir o botão da calça, já chorei até achar que nenhuma lágrima cairia de novo, já tive um coração partido que simplesmente parecia que nunca nunca nunca ia se recuperar, já me senti extremamente vazia, já me senti feliz e completa, já fui ao show dos Jonas Brothers, já escrevi uma história e apaguei ela inteirinha, já senti tanto ciúmes que fiquei vermelha, já fui tão teimosa a ponto de me prejudicar, já comprei roupas e nunca as usei, já gastei mais dinheiro do que deveria, já fiquei horas na frente do espelho tentando descobrir "o" penteado certo pra sair, já dei abraços apertados demais, já dei abraços soltos demais, já descobri que nada é realmente pra sempre, já senti saudades de quem mora longe, já senti saudades de quem mora pertol, já senti um frio na barriga, já comi e pulei na piscina pra só depois ouvir a minha mãe, já briguei com os meus pais, já ouve conselhos bons do meu irmão, já me entupi de pipoca no cinema, já o mesmo filme pelo menos 20 vezes, já ouvi a mesma música 60 vezes, já quis mudar, já quis lembrar, já pensei em ser professora, já pensei em ser veterinária, já estudei sem precisar, já precisei estudar e não abri o livro, já escrevi tanto que vou parar.

Bom, é isso...
Beijos!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um bom banho e um bom jantar (quentinhos)


Sabe aquela frase: "we often underestimate the power of..."? Então, eu pensei muito nela hoje. Eu tenho um cartão MUITO legal aqui em casa:


"Too often we underestimate the power of a touch, a smile, a kind word, a listening ear, an honest compliment, or the smallest act of caring, all of which have the potential to turn a life around..." - Leo Buscaglia


Em todo caso, eu estava tomando um belo banho de banheira, com direito a espuma e tudo. Deitada lá, me sentindo leve como uma pluma (é, descobri que a água tem esse poder) e pensando alto demais, comecei a refletir sobre o que estava acontecendo. Numa noite de primavera (é o que dizem), mas fria como um gelo que acaba de sair o freezer, eu resolvi que eu precisava me esquentar. Aí eu lembrei de um texto muito legal que uma amiga me mostrou(olhe à esquerda) e pensei: pronto, eu vou tomar banho de banheira. E ali estava eu, tomando banho e relaxando. Fala sério, existe coisa melhor que isso? Você estár lá, sem fazer nada, até porque não dá pra fazer nada durante um banho, e tudo parece melhor. Achei impressionante como é fácil subestimar um bom banho. Ele é... TUDO DE BOM. Além do mais, é muito gostoso demorar pra caramba, até você sentir a água ficar fria e acabar sendo expulsa da banheira. E sabe qual é o melhor? Até você pisar fora do banheiro, é como você ainda estivesse em um outro mundo, sem telefones, sem ninguém gritando seu nome, nada. Até você sair do banheiro e sentir aquele ventinho do lado de fora, você está no banho. Eu cheguei a uma conclusão, o banho é um verdadeiro processo. Desde você prepará-lo, até aproveitá-lo e depois terminá-lo. Ah, como foi bom.
Aí, eu fui jantar. Ah. Nada como um jantar quentinho, saboroso e "acaba de sair do forno". Aí eu comi (infelizmente não faz sentido descrever um pedaço de peixe e um monte de arroz entrando na minha boca e eu mastigando, por muito tempo) e comecei a pensar. Um bom banho e um bom jantar quentinhos podem ser banais e PARECEREM sem graça, mas... em um dia movimentado e caótico fazem toda a diferença.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O garoto perfeito/perda do BV (2)

Oi blog! Eu consegui pensar e depois de um tempo cheguei a conclusão que é difícil falar. Como tudo no mundo, existem dois tipos de meninas que não perderam BV: as que querem o beijo em si, desesperamente; e aquelas querem o cara e aí o beijo. Eu acho que me encaixo no segundo tipo, porque eu gostaria mesmo era daquele menino que me ama, que gosta de mim. Deseperada por beijo? Eu hein!
E andei analisando as minhas amigas BV e elas também são assim. Nenhuma quer perder o BV. Elas querem o namorado, o garoto que goste delas, assim como eu. Enfim, pelo menos cheguei ao consenso e não, nós meninas não chegamos a ser tã superficiais! yay

Outra coisa: esses posts sobre perda do BV e momentos filosóficos idiotas não vão mais acontecer, prometo! :]

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O garoto perfeito/perda do BV

Eu estava pensando, enquanto estava escovando os dentes no banheiro. Será que para nós, meninas que ainda não perderam o BV, o garoto perfeito que tanto procuramos é, no fundo, nada mais do que a perda do nosso BV? Será que no fundo, ansiamos pelo beijo e não pelo garoto em si? Ixi, complicou, né?
Como a autora disso, devo explicar a situação. Eu, como qualquer outra menina que ainda não perdeu o famoso BV, consigo pensar um número surpreendente de vezes como será o meu primeiro beijo. Mas, me defendo, o que eu sempre quis foi um garoto que se importasse comigo, que me olhasse do jeito que eu quero e etc (olhe o post He is the perfect guy e vão ver). Só que quando eu estava conversando com umas amigas hoje, elas falaram: não ansiem tanto pelo primeiro beijo, ele é NADA demais. Difícil de acreditar, e ainda mais de aceitar tal fato, eu comecei a pensar em um monte de explicação.
Mas será, que nós garotas, realmente conseguimos ser tão superficiais e desesperadas? Isso eu não sei. Só sei que a quantidade de vezes que imaginamos a nossa boca em outra, a nossa língua com outra, falam por si. Será que a gente está procurando mais a perda do BV do que o cara perfeito? Isso fica pro próximo post, quando eu realmente conseguir chegar a um consenso comigo e eu mesma. Pode ser?

Músicas:
- Bruno Mars: Just the way you are *-*
- Travie Mccoy: Billionare
- Miley Cyrus: Stay

A gente se vê, blog! Espere a parte 2 desse post! :]

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Inspiração momentânea (vida bagunçada)

Então, eu sei que eu tenho escrito super pouco por aqui. E não, eu não me orgulho disso. A minha vida toda tá uma bagunça, juro. Primeiro que (sim, hora do desabafo pro nada) eu to indo mal na escola. Notas baixas e já peguei uma recuperação. E olha que eu nunca fui de tirar notas baixas e ficar de recuperação. E também eu ando mega sedentária. Basicamente desde que criei esse blog. E tirando o fato que sei lá, o tempo inteiro eu entro em conflito comigo mesma. Pensando o que eu quero fazer, o que eu não quero fazer, o que eu gosto, o que eu sou e essas coisas sem sentido algum. Aliás, eu gostaria de falar uma coisa aleatória: tudo o que falaram pra mim que ia aconteceu no meu período adolescente, aconteceu! Sério, eu nem me reconheço mais. E eu tentei fugir do clichê. Tentei mesmo. Mas parece que é aquele velho ditado: por mais que você corra, você não pode se esconder. Pelo menos não de tudo. Ok, chega de filosofar e ficar citando ditados antigos. Afinal, por mais que só eu e eu mesma leia esse blog, ninguém merece.
Em todo caso, ontem e antes disso eu vim aqui dar uma olhada e eu gostei muito de certos posts. Na época que eu tinha escrito, eu nem gostava muito. E quando eu reli depois de meses, eu gostei. Que bizarro isso, né? (sim, né pro nada)
E também eu andei lendo um livro que uma menina cria um blog pra contar do verão dela e só tipo, ela e um cara leem. E assim, é ÓBVIO que o cara é o amor dela e tudo mais. Imagina só se ISSO acontece comigo? Mas, que nem a minha professoa de inglês disse hoje: "Os humanos tem uma capacidade incrível de ter uma imaginação muito fértil." KKK Super verdade! Quantas de nós não imagina que caras vão vir e fazer todas aquelas coisas que imaginamos? Fala sério. Bom, eu to realmente me esforçando pra não voltar para aquele "lugar comum". Sabe, ficar reclamando e sonhando com romancinhos que todo mundo já sabe (até o ninguém que lê o blog) que não vão acontecer.
Quanto a outros assuntos... Eu to fazendo aquele projeto com a amanda. E finalmente estamos andando alguma coisa. Talvez consigamos entrevistar adolescentes semana que vem. Isso seria MUITO bom. Mesmo. E fora isso, (por mais que é isso que esteja acontecendo na minha vida agora e ponto final), eu to pensando em fazer algum curso ou algo assim. E também estou pensando em me organizar com os estudos. Eu sei que sou alguém correndo atrás das coisas no último período. Mas, melhor o último que correr na recuperação em dezembro. Ou nem correr. Puxa, eu realmente devia correr.. Sabe, pra fazer exercício e gastar calorias de cupcakes que eu ando comendo...
Em todo caso, eu acho que eu já falei tudo o que eu queria falar. Como sempre, vou fechar o post com umas músicas "do momento" pra mim:

**All Time Low - Remembering Sunday
**All Time Low - Painting Flowers
**A Rocket To The Moon - On Your Side
**The Maine - Into Your Arms
**Shontelle - Impossible
**Oasis - Stop Crying Your Heart Out
**Taio Cruz - Dynamite

segunda-feira, 5 de abril de 2010

The best day

O que me levou a escrever isso aqui foi o meu pai. Tipo, eu tava conversando com ele sobre hoje em dia. Tá, eu vou especificar isso um pouco mais: sobre os jovens de hoje em dia, como eles bebem descontroladamente e tal. Eu nunca imaginei fazer disso um post do blog, mas sabia que as melhores conversas do mundo sempre são com os pais? Pelo menos com o meu pai.
Eu simplesmente amo ouvir as histórias que ele tem para contar, as suas opiniões, os seus conselhos. Não é nada clichê. As nossas conversas não são absolutamente nada clichê. Eu sempre imaginei aquelas conversas do tipo,"filha, eu sempre soube que você iria se tornar uma grande mulher", "eu confio em você", "estarei aqui pra tudo". Breeeeeega. Mas quer saber? Um bando de bobagens. Eu sei que no fundo meu pai acha tudo isso. Ele simplesmente não tem a necessidade de ficar falando por aí.
Enfim, o que eu quero dizer com tudo isso é que as conversas com os pais, quando você tem tempo de sentar e ouvir tudo o que eles tem a dizer, sem pressa, sem msn ligado, sem internet esperando, simplesmente vocês dois, elas valem a pena. Muito a pena. É gostoso voltar no tempo de criança do meu pai e ouvir como era. Ouvir as histórias bem contadas, as festas, as "travessuras", os churrascos, os programas micos. Quando meu pai tinha 25 anos. Sei lá, é legal.
Eu acho que é bom também ouvir dele que podemos falar sobre qualquer coisa com ele. Sabe, sentir que ele tá aí. A gente tava falando sobre bebidas e tudo, e ele avisou um monte de coisa. Eu não sei explicar, mas foi tão legal ficar sentada lá conversando com ele. Eu amei.
Eu sei que ele nunca vai ler isso aqui, mas pai, eu te amo tanto!
Bom, agora eu vou indo.. beijos :]