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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um bom banho e um bom jantar (quentinhos)


Sabe aquela frase: "we often underestimate the power of..."? Então, eu pensei muito nela hoje. Eu tenho um cartão MUITO legal aqui em casa:


"Too often we underestimate the power of a touch, a smile, a kind word, a listening ear, an honest compliment, or the smallest act of caring, all of which have the potential to turn a life around..." - Leo Buscaglia


Em todo caso, eu estava tomando um belo banho de banheira, com direito a espuma e tudo. Deitada lá, me sentindo leve como uma pluma (é, descobri que a água tem esse poder) e pensando alto demais, comecei a refletir sobre o que estava acontecendo. Numa noite de primavera (é o que dizem), mas fria como um gelo que acaba de sair o freezer, eu resolvi que eu precisava me esquentar. Aí eu lembrei de um texto muito legal que uma amiga me mostrou(olhe à esquerda) e pensei: pronto, eu vou tomar banho de banheira. E ali estava eu, tomando banho e relaxando. Fala sério, existe coisa melhor que isso? Você estár lá, sem fazer nada, até porque não dá pra fazer nada durante um banho, e tudo parece melhor. Achei impressionante como é fácil subestimar um bom banho. Ele é... TUDO DE BOM. Além do mais, é muito gostoso demorar pra caramba, até você sentir a água ficar fria e acabar sendo expulsa da banheira. E sabe qual é o melhor? Até você pisar fora do banheiro, é como você ainda estivesse em um outro mundo, sem telefones, sem ninguém gritando seu nome, nada. Até você sair do banheiro e sentir aquele ventinho do lado de fora, você está no banho. Eu cheguei a uma conclusão, o banho é um verdadeiro processo. Desde você prepará-lo, até aproveitá-lo e depois terminá-lo. Ah, como foi bom.
Aí, eu fui jantar. Ah. Nada como um jantar quentinho, saboroso e "acaba de sair do forno". Aí eu comi (infelizmente não faz sentido descrever um pedaço de peixe e um monte de arroz entrando na minha boca e eu mastigando, por muito tempo) e comecei a pensar. Um bom banho e um bom jantar quentinhos podem ser banais e PARECEREM sem graça, mas... em um dia movimentado e caótico fazem toda a diferença.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Gosto é gosto e NÃO se discute.

Oi blog, quanto tempo! Eu nem ia vir aqui para ser sincera, mas me surgiu uma inspiração momentânea. Ok, nem tão assim do nada, foi a minha amiga Amanda que falou disso. Aí eu resolvi desenvolver o tópico. Como se pode ver, é sobre gosto. Lembra daquela velha frase: "Gosto é gosto e não se discute." ? Entao. Verdade. MUITA verdade. Para variar as frases clichês dizem a verdade. Tinha que ser...
Bom, o negócio é que a minha amiga tem um gosto bem diferente do da mãe. Então, como vimos na aula de Sociologia hoje, gostos distintos podem muito bem entrar em conflito. Mas eu acho que quando acontece esse tipo de coisa, esquemos do respeito. O mundo onde vivemos é feito de diferenças. É por isso que buscamos tanto a semelhança. É por isso que tentamos tanto nos "encaixar", se é que isso existe. Se fossemos todos iguais não tinha graça (mais um ditado velho e nunca ultrapassado) e além disso, buscaríamos a diferença. De todo modo, a nossa sociedade não entende isso. Ficamos continuamente tendo o objetivo de encontrar alguém igual a gente. Com os mesmo gostos, porque senão entramos em conflitos com as pessoas que não são assim. PARA TUDO. Olha a situação.
Vivemos em um mundo onde é PRECISO buscar pessoas semelhantes, senão o conflito entra no meio de tudo e o a coisa toda vira um caos. Vê se pode. As pessoas não se respeitam mais. E é aí que entra o negócio do meu objetivo no post: cadê o respeito? Cadê o achar legal o diferente? Cadê o tentar aprender mais sobre o diferente? Ou até mesmo tentar descobrir porque a outra pessoa gosta tanto de algo que você odeia?
EU, euzinha, acho que isso está em falta. Assim como outras coisas no nosso mundo. Mas beleza, eu só estou aqui, expondo ideias e viajando na maionese.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Give me a reason

Outro dia eu tive na escola palestra sobre DST. Por mais que ninguém leia isso aqui, vou perguntar: Voce sabe o que é isso? Não? Bom, se não, para te informar, é a sigla para Doenças Sexualmente Transmissíveis. É, eu acho que os adultos realmente esperam que nós, com quinze anos ou algo do tipo vamos fazer sexo. E sem camisinha. Só para ver como está o mundo de hoje. O pior de tudo? Adolescentes com essa idade fazem.
Mas, por incrível que pareça, eu não estou aqui para escrever sobre isso. Por mais que esse seja um tópico que rende. Eu resolvi "falar" sobre outra coisa.
No começo dessa tal palestra, a mulher perguntou: "Quem já sofreu por amor?"
Hmm, eu já. EUUUUUUU! (era isso o que eu queria gritar) Ela então, disse que essa era uma das piores coisas que podem acontecer com o ser humano. E ela tá certa. Porém, (mesmo que as corretoras de redação falem que eu não posso começar uma frase com "porém") o mais triste foi quase ninguém levantar a mão. Pessoas ficaram quietas como se aquilo fosse uma espécie de negação ou algo do assim. Tipo, qual é o problema certo? O triste mesmo foi eu não ter levantado a mão. Ué, eu ia levantar baiscamente pra chamar toda a atenção? Eu fiquei quieta. Poxa, que porcaria.
O que eu realmente estou indignada com é isso! Os adolescentes namoram, beijam, até fazem sexo; os garotos e garotas se exibem por ficarem com mil pessoas de uma vez e ninguém aqui tem coragem de falar que já sofreu por amor? Vai ver que não tem amor, ou vai ver que o mundo tá assim, quem sofre por amor, além de sofrer por esse motivo, tem que ficar calado, porque bem, quem é que vai admitir?

(PS: desculpe se eu primeiro: to pedindo desculpa pro nada; e segundo: escrevi sobre algo tão... típico(?) ) Música: It's alright, It's Ok!