Life isn't divided into genres. It's a horrifying, romantic, tragic, comical, science-fiction, cowboy, detective novel.
domingo, 11 de setembro de 2011
Cheers
Ultimamente eu tenho lido bastante, saído um pouco mais do que o normal (thank god!) e me divertido, posso assim dizer. Essa semana eu fui dormir na casa de uma amiga, almocei com um amigo, cozinhei com outra amiga, e fui ao cinema com uns amigos. Foi demais. Também vi filmes em casa, assisti partidas de torneio de tênis e baixei novas músicas. Ah, não posso esquecer: fui duas vezes à livraria da vila! hehehe
Ah, blog, só estou feliz! E sabe do que mais? Não estou gostando de ninguém! Eu sei que é bom ter alguém e tals, mas eu só estou contente em estar solteira E sem ficar sonhando naquela pessoa especial. É tão mais tranquilo! Sério, sem precisar ficar checando mensagem de cinco em cinco minutos, sem músicas românticas para eu me relacionar porque eu estou apaixonada, enfim. Tudo tão... peaceful. Ao invés disso, tenho andado leve na rua, escutado músicas dançantes e sonhado alto. Adoro.
Bom, acho que era isso, blog. Obrigada por me escutar, sempre! Beijos :]
*músicas para ouvir:
Hair - Lady Gaga
That don't impress me much - Shania Twain
Barefoot Blue Jean Night - Jake Owen
Robot - 3Oh!3
All About Us (não resisti uma música fofinha) - He is We
Galaxies - Owl city
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Escolhas e democracia
Hoje eu descobri que um amigo meu é gay. Não gosto muito dessa palavra, acho meio prejurativa. Sei lá, como a nossa sociedade (estou generalizando mesmo) é bem preconceituosa em relação a essa opção sexual, a vejo como parte desse clubinho que não quero participar. Enfim. Esse cara, eu conheci melhor nessas férias e me "apaixonei" (não naquele sentido) por seu jeito de ser: engraçado, sarcástico, paciente, doce. Saímos algumas vezes, o que foi uma conquista para mim, que nunca tinha tido a coragem de chamar um menino para almoçar (sem ser uns de infância). A coisa que mais me atraiu nele foi o fato de e não gostar dele mais do que como amigo. Só porque ele me trata bem, não quer dizer que devo começar os planos pro nosso casamento.
Contei para algumas pessoas sobre ele e tudo. Não demorou: todo mundo achava que eu gostava dele e vice-versa. Sinceramente? Não tive tempo para decidir, acho. Se eu senti algo mais ou não, quero dizer. Ele é legal? Sim. Agradável? Sim. Mas até aí, amigos são assim. Por toda a pressão que senti em cima de mim, algumas horas pensei que tinha aquela caidinha e tal. Grande confusão, eu sei. Ainda bem que não cheguei ao ponto da quedona, porque aí seria ruim.
Felizmente, não tenho absolutamente nada contra homossexuais. A orientação de cada um não define a pessoa como um todo, oras. Só porque eu gosto de sorvete, eu devo ser colocada como aquela que gosta de sorvete? Até parece. E, (embora sempre me falem que essa expressão a seguir anula tudo) na minha opinião, o mesmo ocorre no caso desse grupo. Conheço outros, convivo/convivi com outros e nossa, não acho nada demais. Mesmo. São seres humanos com sentimentos, totalmente "normais" (se é que a normalidade existe, mas aí fica pra outro post), simpáticos.
Sendo assim, eu queria dizer que tudo bem ser diferente. Todos somos. E que nem eu ouvi em um filme "anyway, he is white, not a marcian, we are not a pure race". Isso se a aplica e tudo que hoje o nosso mundo AINDA não entende. Cadê a nossa liberdade de escolher? E ainda dizer que vivemos em o que mesmo? Democracia. Ah, tá.
sábado, 6 de agosto de 2011
Como você constrói a sua personalidade?
Existem inúmeras tentativas de explicar as nossas características: horóscopo (e já vou avisando que eu já li o meu cem vezes), cartomante, as letras do seu nome, o significado dele, enfim. E no final, como podemos diferenciar o errado do certo? Talvez o ser humano só crie tudo isso para tentar descobrir um pouco mais de si mesmo.Em minha opinião, a gente nunca sabe tudo sobre si mesmo. Tenho uma teoria que ao longo da vida, vamos montando quem somos e por fim descobrindo cada pedacinho da nossa pessoa. Talvez seja verdade, talvez não. Nunca disse que era especialista nesse assunto.
Só que a personalidade das pessoas sempre foi algo que me fascinou. Como elas podem ser tão diferentes uma das outras. Algumas são impacientes enquanto outras são super pacientes; tem aquelas que podem ser tão sensíveis e caridosas que parecem não existir; o tipo de pessoa que carrega em si mesma aquela habilidade de ser teimosa que só; aquele ser que é sarcástico e irônico desde que nasceu. O mundo é cheio de diferenças. Magníficas.
O ponto é que ninguém sabe como constrói a personalidade. Se pegamos da mãe, do pai, do tio, do amigo, da professora de história, do filme que marcou a sua vida. Ou se é simplesmente o fato de convivermos com todos eles e carregarmos um pouco de todos. Nunca soube por que sou do jeito que sou, mas sei que sou muito mais do que todos que carrego, sou quem eu ainda vou carregar. Sei que a minha personalidade ainda vai mudar, mas também sei que vou continuar sendo a mesma. Vai saber.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Gosto é gosto e NÃO se discute.
Bom, o negócio é que a minha amiga tem um gosto bem diferente do da mãe. Então, como vimos na aula de Sociologia hoje, gostos distintos podem muito bem entrar em conflito. Mas eu acho que quando acontece esse tipo de coisa, esquemos do respeito. O mundo onde vivemos é feito de diferenças. É por isso que buscamos tanto a semelhança. É por isso que tentamos tanto nos "encaixar", se é que isso existe. Se fossemos todos iguais não tinha graça (mais um ditado velho e nunca ultrapassado) e além disso, buscaríamos a diferença. De todo modo, a nossa sociedade não entende isso. Ficamos continuamente tendo o objetivo de encontrar alguém igual a gente. Com os mesmo gostos, porque senão entramos em conflitos com as pessoas que não são assim. PARA TUDO. Olha a situação.
Vivemos em um mundo onde é PRECISO buscar pessoas semelhantes, senão o conflito entra no meio de tudo e o a coisa toda vira um caos. Vê se pode. As pessoas não se respeitam mais. E é aí que entra o negócio do meu objetivo no post: cadê o respeito? Cadê o achar legal o diferente? Cadê o tentar aprender mais sobre o diferente? Ou até mesmo tentar descobrir porque a outra pessoa gosta tanto de algo que você odeia?
EU, euzinha, acho que isso está em falta. Assim como outras coisas no nosso mundo. Mas beleza, eu só estou aqui, expondo ideias e viajando na maionese.